Campanha de Retake via Web – Relâmpago!!!!

Recebi o email hoje da Sun…

Campanha de Retake via Web
Comprando seu voucher pela web de 03 de Novembro à 11 de Dezembro de 2009, você terá direito à segunda chance gratuitamente, caso não obtenha êxito na primeira tentativa !

 

Para adquirir é simples:

  1. Acesse http://www.sun.com.br/edu, no tópico “Procurar por tipo de Produto” clique em “Certificações”;
  2. Identifique a certificação que você deseja obter com base em seus objetivos profissionais e de desenvolvimento pessoais;
  3. Preencha corretamente o formulário e assegure que todos os campos estejam corretos;
  4. Clique em “Confirmar e enviar pedido”;
  5. Aguarde o recebimento do boleto bancário, em até 15 dias úteis, no endereço de email cadastrado no formulário de compra;
  6. Após a confirmação do pagamento, os vouchers serão enviados fisicamente para o endereço cadastrado no formulário de compra.

Dê os próximos passos, aprimore suas habilidades e avance em sua carreira!

Se tiver alguma dúvida ou desejar fornecer feedback, envie uma mensagem para sun.education@sun.com.

Atenciosamente,
Serviços Educacionais Sun
sun.education@sun.com
www.sun.com.br/edu

Termos e Condições
a. Validade da Campanha: das 08:00hs do dia 03/11/2009 às 18:30hs do dia 11/12/2009; b. Campanha válida para todas as certificações publicadas no site da Sun Microsystems, exceto para os produtos de código 310-252A, 310-252R, 310-300A, 310-300R, 310-301A e 310-301R; c. Campanha exclusiva para compras efetuadas pela web. Solicitações feitas por telefone não serão processadas dentro da campanha; d. O boleto bancário será enviado para o endereço de e-mail cadastrado no formulário de compras em até 15 dias úteis, desde que o endereço fornecido esteja correto; e. Os vouchers serão postados fisicamente, após análise de cadastro do cliente e confirmação de pagamento antecipado via boleto bancário, em até 15 dias úteis, desde que o endereço fornecido esteja correto; f. Caso o candidato não compareça ao primeiro exame, perderá automaticamente o direito à segunda tentativa; g. Os vouchers tem validade de 10 a 12 meses e não são prorrogáveis; h. O candidato deverá aguardar 72 horas para agendar o segundo exame gratuito e pelo menos 14 dias úteis para realizá-lo a contar da data do primeiro exame; i. Para esclarecimento de qualquer dúvida sobre a campanha, entre em contato com a Central de Negócios pelo telefone 0800 55 7863.

A Sun Microsystems, Inc. respeita sua privacidade.
Você está recebendo este e-mail em mestrecapablanca@gmail.com porque optou por receber comunicações gerais da Sun Microsystems, Inc.

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Notícia importante: End of Service Life para Java 5

Retirada do site Under-Linux.org.

Atenção todos os usuários de ferramentas Java: a Sun Microsystems não está mais dando suporte a versão 5 do Java SE. Originalmente introduzido em 2004, a quinta versão do Java alcançou seu status de “End of Service Life” (EOSL) na semana passada. Para garantir a disponibilidade futura de correções de bugs críticos, a Sun Microsystems recomenda que os usuários migrem suas aplicações para a atualização mais recente do Java Standard Edition (Java SE), ou adquira o serviço de suporte de uso para o “Java SE Support for Business“, o qual oferece suporte garantido para versões antigas do java por até 15 anos.

Clique na imagem para ver o tamanho real.

As duas versões mais antigas do Java (1.3.1, 1.4.2) já alcançaram o status de EOSL a algum tempo. E no caso do Java 1.3.1, está apenas sendo atualizado para Solaris. O suporte para a 1.4.2 se encerrou em 30 de outubro de 2008. Uma vez que uma versão alcança sua EOSL, nenhuma atualização de segurança é lançada para essa versão. Por isso, os usuários devem sempre considerar efetuar a atualização dessa ferramenta para a versão Java SE 6 (atualmente no update 16). Inclusive, como os programas de instalação Java não desinstalam versões antigas dos softwares, versões anteriores precisam ser removidas manualmente.

Saiba Mais:

[1] Heise Online: http://www.h-online.com/open/news/it…-5-847752.html
[2] Java SE 5 EOLS: http://java.sun.com/javase/downloads/index_jdk5.jsp
[3] Java SE Support for Business: http://www.sun.com/software/javaforbusiness/index.jsp
[4] Sun Microsystems: http://www.sun.com/

Wikipedia, open source e a importância de ambientes colaborativos

Texto simples e direto. Achei bastante interessante. Retirado do blog Profissionais de TI.

“Open source é filosofia de vida”: está aí uma frase tão dita, tão debatida, tão passada, tão pouco compreendida e que eu acredito bastante. :)

Quando as pessoas vêm ao software livre e toda essa ideia revolucionária de que um mundo colaborativo é possível, outros respondem: “não é possível, isso de abrir a ideia, disponibilizar a forma como você construiu algo é loucura”. Qualquer tentativa de aplicação da colaboração é mal vista. A Wikipédia, por exemplo, é uma porcaria, não é?!

Em 2005, a Wikipédia foi considerada tão ruim quanto a Britannica [1]. Você nunca ouvir falar na Britannica? Trata-se da mais antiga enciclopédia escrita em inglês, sendo reconhecida em alguns livros ([2] e [3]) como a enciclopédia mais acadêmica do planeta. A Britannica é escrita e mantida por acadêmicos ingleses e alguns peritos. A Wikipédia é escrita e mantida por nós.

Então, no meio disso tudo, qual o problema com a Wikipédia? O maior é o preconceito. Pergunte a uma pessoa que odeia a Wikipédia o porquê de ela odiar a Wikipédia, você certamente vai ouvir “Ah, porque qualquer um pode mexer lá.”. O triste é que essa pessoa provavelmente nunca leu um verbete da Wikipédia. O preconceito é o maior problema quanto a qualquer construção colaborativa e à liberdade envolvida nisso. Vamos desenvolver um software em equipe e disponibilizar o código dele na internet, vamos escrever livros e disponibilizá-los publicamente na internet, vamos formar uma banda e por no nosso site os arquivos em formato mp3 para as pessoas baixarem. Se as pessoas acharem nossos softwares, livros e músicas, e quiserem colaborar, vamos deixar que elas colaborem. Isso parece filosófico demais para as pessoas. Existe um preconceito de que isso de “vida colaborativa” é apenas uma ideia bonita que não pode ser aplicada, por que na prática o que realmente importa é o dinheiro. O socialismo é bonito, o comunismo é legal, a anarquia é interessante, mas nos convém seguir o capitalismo, afinal de contas, o mundo é capitalista e o dinheiro é prazeroso.

Open source não é comunismo, open source não é socialismo. Open source também faz você ganhar dinheiro, e você não precisa passar por cima das pessoas. Certa vez, uma questão foi levantada ao Linus Torvalds: “Linus, muito se fala em software livre, Linux e comunismo. O Linux é comunista? Você é comunista?. E ele respondeu: “Se acreditar que o conhecimento não deve ficar preso em nossas mentes, mas sim que as pessoas devem ter livre acesso a ele e construí-lo juntas é ser comunista, por favor me considere comunista.”. Quando defendo o open source, não estou defendendo Cuba, estou defendendo o avanço intelectual da humanidade de forma colaborativa.

Referências
[1] http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2005/12/051215_wikipediacomparacaofn.shtml;
[2] Marian Sader. Encyclopedias, Atlases, and Dictionaries. New Providence, NJ: R. R. Bowker (A Reed Reference Publishing Company), 1995. ISBN 0-8352-3669-2;
[3] “Encyclopedias and Dictionaries”. Encyclopædia Britannica (15th edition) 18. (2007). Encyclopædia Britannica, Inc.. 257–286.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2005/12/051215_wikipediacomparacaofn.shtml;

Post original: http://blog.franciscosouza.net/2009/08/viva-colaboracao.html

Tudo sobre o Google em 2 minutos

Retirado do blog Mundo Tecno. Muito bom! E ao estilo Google: simples, direto e impressionante!

Introdução a programação em par

P.S. : “Pinçado” do blog Cantinho do Agile.

I SQL Server Day

Retirado do site Eventos de TI. Indicado para os interessados em Banco de Dados.

O SQL Server Day nasceu da idéia de reunir no Brasil um time com os melhores profissionais de SQL Server e espalhar o conhecimento dos mesmos para toda a comunidade de maneira gratuita e em português.

Se você é estudante, desenvolvedor, técnico em infraestrutura, DBA, gerente de TI, ou é de alguma área similar sinta-se convidado para o 1º SQL Server Day!

A primeira edição será online (webcasts) e ocorrerá no dia 07/11/2009. Contará com mais de 12 horas de palestras.
Se increvam hoje mesmo nos links a seguir! Será uma verdadeira tempestade cerebral de SQL Server!

Data: 7 de novembro de 2009
Local: Online

Mais informações

 

Por um Android mais livre

Artigo retirado do site GuiadoHardware.net.

Jonathan Corbet
26/10/2009

Toward a freer Android
Autor original: Jonathan Corbet
Publicado originalmente no:
lwn.net
Tradução: Roberto Bechtlufft


logo

As plataformas para celulares baseados em Linux não passam de distribuições especializadas. Como acontece com outras distribuições, o sucesso ou o fracasso das plataformas para telefones depende delas conseguirem atender às necessidades de seus usuários. O Android é uma plataforma de grande destaque no momento, resultado da entrada de mais dispositivos portáteis no mercado e também das ações tomadas pelo Google em relação às distribuições derivadas dessa plataforma. Está claro que no momento o Android não atende às necessidades de todos os seus usuários, mas há mudanças em andamento que podem melhorar essa situação.

A poeira levantada pelo Google ao embarreirar o mod Cyanogen para telefones com o Android já baixou. Não dá para contestar a afirmação do Google de que o Cyanogen estava redistribuindo software proprietário de formas não permitidas pela licença. Mas várias pessoas contestaram o bom senso do Google; afinal, esses aplicativos podem ser baixados de graça em outros lugares, e só podem rodar em telefones que já vieram com uma cópia incluída. Logo, impedir sua redistribuição não traz muitas vantagens (se é que traz alguma) ao Google, e essa atitude foi um balde de água fria nas comunidades de entusiastas que promoviam o Android e tentavam aperfeiçoá-lo. Agora essas comunidades estão tentando se reagrupar e continuar com seus trabalhos, mas as regras do jogo mudaram.

Há tempos, Jean-Baptiste Queru tem sido o representante do Google mais amigo da comunidade; é evidente que ele passa bastante ajudando os outros desenvolvedores a trabalhar com o Android. Agora ele é a peça central de uma tentativa de transformar o AOSP (ou “Projeto de Código Aberto Android”) do Google em um projeto merecedor desse nome. Jean-Baptiste descobriu (meio atrasado, diga-se de passagem) qual é um dos principais obstáculos para quem deseja contribuir com a plataforma: a dificuldade de botar para rodar as alterações feitas por essas pessoas.

    O alvo principal do Android são os telefones. Isso significa que, no fundo, no fundo, permitir que os desenvolvedores façam sua parte implica em grande parte em permitir que o Projeto de Código Aberto Android seja usado em telefones. E não estou querendo dizer apenas que deve ser possível compilar e inicializar o Android neles, mas sim que é preciso que ele possa ser utilizado em um telefone no dia a dia. E no momento, isso não é possível. A variedade de aplicativos é muito limitada, nem todos os aplicativos funcionam e há algumas probleminhas esquisitos no sistema.
    Também não faz sentido esperar que todos os contribuidores tenham que aplicar o mesmo conjunto de patches manuais para obter um estado funcional básico. O certo seria o Projeto de Código Aberto Android funcionar de primeira em hardware mais difundido.

Qualquer um que já tenha tentado compilar e instalar o Android sabe que isso não é o que acontece hoje. Parte do problema está no enorme tamanho e complexidade da plataforma Android como um todo; e não há muito que se possa fazer nesse sentido. Mas até os donos daquele modelo de telefone voltado para os desenvolvedores do Android (o Android Developer Phone, ou ADP1), que obviamente esperavam poder desenvolver aplicativos para seus telefones, têm que conseguir um conjunto de componentes proprietários e incorporá-los ao pacote todo. Sem falar no problema dos aplicativos proprietários. Um Android totalmente livre não tem mapas, gmail e agenda, nem os aplicativos do Android Market ou os back-ends de sincronização que mantêm o sistema atualizado com a nave-mãe. Não dá para se virar com uma versão dessas em um telefone usado no dia a dia.

De acordo com Jean-Baptiste, é bom começar pelo hardware em que o Android funciona com facilidade: o ADP1, obviamente. Depois que os problemas com o hardware forem superados, pode ser uma boa ideia começar a conversar sobre os aplicativos que estão faltando. Mas até que os desenvolvedores possam criar com facilidade uma versão que rode em um telefone de verdade, não faz muito sentido se focar em objetivos maiores. Com a iminente chegada do AOSP 1.0, parece que a etapa preliminar está prestes a ser concluída.

Não deve ser tão difícil resolver os outros problemas. Se o aplicativo do gmail não for disponibilizado, dá para ler email por IMAP — e isso pode inspirar alguns a aperfeiçoar o aplicativo de email duro de engolir que vem com o Android. Há muita gente interessada em utilitários gratuitos para mapas, incluindo ferramentas como o AndNav, que tem potencial para superar o programa de mapas do Google. O AndNav funciona com dados do OpenStreetMap e faz navegação curva a curva, algo que a ferramenta do Google provavelmente nunca será capaz de fazer. O SlideME é oferecido como substituto gratuito ao Android Market. E por aí vai.

A parte mais difícil talvez inclua as ferramentas que exigem sincronização com os serviços do Google; esses protocolos nem sempre são abertos. Já ficou claro que o Projeto de Código Aberto Android, hospedado no Google, não vai hospedar software desenvolvido para protocolos que tenham sofrido engenharia reversa. Logo, se o Google continuar se recusando a disponibilizar os back-ends do gmail, da agenda e do Android Market, esses aplicativos simplesmente não serão suportados nas versões livres. É claro que nada impede a implementação de aplicativos que se sincronizem a serviços hospedados em outros lugares.

Outra área em que a presença do Google se faz notar no projeto é na licença:

    A (L)GPL 3 está completamente fora de questão — a indústria de celulares tem tanto medo dela que todo o ecossistema do Android seria prejudicado se código com essa licença entrasse no Projeto de Código Aberto Android.

A GPL 2 talvez possa ser permitida em componentes novos, mas dado o esforço que o Android vem fazendo para evitar software licenciado por ela, acho que vai ser difícil.

Quem procura por um projeto mais independente pode se interessar pela Open Android Alliance, que está tentando criar uma versão totalmente gratuita do Android, sem a participação do Google. A página do projeto (hospedada, ironicamente, no Google Code) afirma que os novos trabalhos serão licenciados sob a GPL 3. Parece que os desenvolvedores da OAA não estão atados à GPL 3, mas certamente há desenvolvedores que gostariam de ver alguma licença de copyleft ser usada. Se o Google não ajudar e eles tiverem que reimplementar os aplicativos, dizem eles, o certo é que o Google não possa usar o código deles e distribuí-lo em outros aplicativos proprietários.

A Open Android Alliance tem vários desenvolvedores que supostamente estão trabalhando em diversos aspectos desse problema. Mas parece que ele não têm uma lista de discussão e nem disponibilizam código algum para download. O projeto nasceu recentemente, e sua viabilidade a longo prazo ainda não pode ser determinada.

O que está claro é que as pessoas levam a sério a ideia do “telefone aberto”. Não basta jogar um monte de código em um servidor git online; muita gente quer esmiuçar os dispositivos que possui. O Google talvez esteja começando a perceber isso, embora venha tendo problemas para equilibrar a pressão da comunidade de desenvolvedores, das operadoras de celular, dos fabricantes de hardware e de seus próprios advogados. Ainda não ficou claro se essa percepção vai se traduzir em um nível de abertura suficiente no projeto Android, mas parece que as coisas estão tomando o caminho certo.

Pelo visto, a possibilidade do Linux “dominar o mundo” no mercado de telefones está ao nosso alcance. Mas quais distribuições Linux vão participar desse sucesso? Há vários telefones com o Android por aí, mas há um número ainda maior baseado em outras distribuições Linux e na plataforma LiMo. Em breve (talvez não tão “em breve” quando alguns de nós desejariam) haverá telefones com o Maemo para nós brincarmos, e não seria de se surpreender se telefones com o Moblin aparecessem num futuro não muito distante. Algumas dessas plataformas vão se sair melhor do que outras no mercado. E é bem provável que a plataforma mais aberta, que atraia o maior número de desenvolvedores interessados, seja a vencedora.

Créditos a Jonathan Corbetlwn.net
Tradução por Roberto Bechtlufft <info at bechtranslations.com.br>

Segunda entrega do MOSTVD

Nesse próprio blog já fiz a divulgação do release da primeira versão do MOStvd (Middleware OpenSource de TV Digital). Agora há a segunda entrega. Continuem acompanhando e se possível contribuam e aproveitem para ter experiência com o projeto e TV Digital. Notícia retirada do site da Overmedia Networks.

Após 30 dias da liberação da versão alpha 1 do MOStvd, estamos lançando a versão alpha 2, onde evoluímos na implementação da API JavaDTV, melhoramos a interface de execução das aplicações, e implementamos os planos gráfico e de vídeo. É isso mesmo, nossa ferramenta agora tem uma camada de vídeo e uma camada gráfica, onde renderizamos os componentes LWUIT com transparência sobre o vídeo! Lembramos que agora o novo código só funciona no Linux, e precisamos de vonluntários para portá-lo também para Windows.

Para atualizar o código da sua VM com a nova versão alpha 2 é só seguir este tutorial.

Além da evolução no código, outra novidade é o lançamento do novo site do projeto: http://redmine.middlewareopensource.com/. Aos poucos, estamos migrando da página do Google Code para esta nova página.

Sobre o MOStvd: O projeto MOStvd foi a primeira iniciativa de criação de um middleware para a TV Digital brasileira desenvolvido pela própria comunidade, cuja proposta pode ser lida aqui. Atualmente, o projeto conta com mais de 30 pessoas geograficamente distribuídas pelo país, além da equipe da Overmedia Networks e Dígito, idealizadores e coordenadores do projeto.

Como participar: Os interessado em ajudar com o JAVA DTV, podem começar lendo sua especificação, e depois entrar em contato com os administradores do projeto pelo e-mail admin@mostvd.com, relatando em que ponto gostaria de ajudar.

Maiores informações sobre o projeto e de como participar em:
http://code.google.com/p/middlewareopensource/
http://redmine.middlewareopensource.com/

10 Motivos para se Capacitar em TV Digital

Muito interessante a abordagem sobre a TV Digital e as oportunidades que surgem. Retirado do site Overmedia Networks.

Prof. Me. Daniel da Costa Uchôa

Diretor de Inovação da Overmedia Networks

15/10/2009

Apresentaremos aqui um pouco da nossa visão sobre o promissor mercado de TV Digital, com base em informações de domínio público. Tal visão de mercado é ilustrada sob a ótica de 10 grandes argumentos para se investir em uma carreira de sucesso na TV Digital.

1.  Taxa de Penetração Imbatível

A TV é o meio de comunicação mais abrangente e influente do nosso país. De acordo com a Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios (PNAD) realizada pelo IBGE em 2006, a taxa de penetração deste meio é de 93% das residências, onde existiam 70 milhões de televisores analógicos no país. A respeito dos equipamentos digitais, o Fórum SBTVD trabalha com o número de 1,8 milhão de receptores digitais, incluindo caixas conversoras, TVs com receptores embutidos, e receptores 1-SEG (celulares, USB, aparelhos portáteis etc.).

2.  O Poder do Mercado Publicitário

A TV analógica aberta recebeu 59% do investimento publicitário feito no Brasil em 2002, que totalizou US$ 3,313 bilhões. Estima-se que apenas a receita publicitária da Globo em 2005 foi próxima de R$ 4,170 bilhões, o que representou 26% dos R$ 16 bilhões que movimentou o mercado brasileiro como um todo. O setor de TV – aberta e paga – naquele ano registrou receita publicitária anual de US$ 9,9 bilhões. Imagine agora, com a TV Digital, que além de apenas anunciar pode-se concluir as vendas através de aplicações interativas conectadas à Internet.

3.  Grandes Movimentações Financeiras

As estimativas são de que o mercado de TV Digital vá movimentar US$ 62 milhões ao ano em soluções até 2027, segundo a Gazeta Mercantil. A mesma fonte indica que em 2007 (as transmissões digitais iniciaram em 2 de Dezembro de 2007), o mercado já havia movimentado mais de US$ 65 milhões até agosto. As emissoras estão impulsionando o mercado de TV Digital com altos investimentos. Números do fim de 2007 indicam que a Globo investiu cerca de R$ 200 milhões. A Record aparece na seqüência, com R$ 50 milhões, seguida da SBT, com R$ 80 milhões. A Bandeirantes investiu R$ 40 milhões, a Gazeta R$ 20 milhões e a Cultura, R$ 6 milhões. Lembrando que a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, ambos no Brasil, impulsionarão ainda mais investimentos.

4.  Cronograma de Implantação Acelerado

Tais investimentos aceleraram a implantação da TV Digital no Brasil, que anda em ritmo acelerado (em comparação com o cronograma estipulado pelo governo). Já são 25 cidades contempladas com o sinal digital em todo o país, em sua grande maioria capitais. Segundo o cronograma, em três anos todas as geradoras e retransmissoras do país já estarão transmitindo em digital, e até 29 de Junho de 2016 todos os usuários terão migrado seus equipamentos, visto que nesta data o sinal analógico será desligado.

5.  A Entrada de Novos Players

Além das emissoras e fabricantes de TV, a TV Digital inclui novos participates no mercado. Isso porque, além de melhorar som e imagem, o equipamento digital executa software, o que abre o mercado para os fabricantes de software. Mas não pára por aí, o sinal pode também ser recebido por dispositivos móveis, o que alimenta a indústria de gadgets. Agora existe uma outra forma de comunicação bidirecional entre os receptores e a emissora, chamada Canal de Retorno ou Canal de Interatividade, que também acessa a Internet. Assim, surge o papel dos Provedores de Serviços Interativos, que criam novos serviços e os disponibiliza pelo ar ou pela Internet. O estabelecimento do Canal de Interatividade se dá por qualquer tecnologia de acesso ao meio, como conexão discada ou por modem, 3G, Wi-Max, LTE, e PLC, por exemplo. Dessa forma, este novo mercado também inclui as empresas de telefonia fixa e móvel, TV a cabo, compainhas energéticas, Provedores de Serviço de Internet, e novos provedores de infraestrutura de transmissão.

6.  As Inovações Brasileiras

A partir de exposições e demonstrações em feiras internacionais, o Brasil vem chamando atenção da indústria de TV mundial, e nosso sistema é tido como o mais avançado do mundo. Além do uso de tecnologias mais atuais, como as técnicas de transmissão e a codificação MPEG 4, isto se deve principalmente pela possibilidade do nosso sistema interagir com outros dispositivos móveis, como celulares, PDAs, palm-tops, smart phones, etc. Este avanço resolve um dos problemas da interatividade em TV Digital: uma tela única e compartilhada com outros usuários, onde a ação de um não necessariamente interessa aos outros participantes. Com o Ginga, o nosso middleware, é possível redirecionar informações específicas para dispositivos móveis de usuários específicos, ao invés de apresentá-las para todos na tela grande. Nenhum outro sistema é capaz de fazer isso hoje. Lembrando que o Ginga passa a ser obrigatório em dispositivos celulares com receptor de TV Digital a partir de 1 de Junho de 2011.

7.  A Participação do Governo

Certamente, as inovações brasileiras são fruto da ambiciosa meta do governo de transformar a TV Digital como objeto de inclusão social, aproveitando exatamente sua grande taxa de penetração nos domicílios brasileiros. Desde de 2005, estas diretrizes fazem parte do SBTVD, por decreto de lei. Recentemente, o governo está preparando um Processo Produtivo Básico (PBP) para massificar a fabricação de conversores digitais interativos no Brasil. Neste sentido, já existem negociações com empresa indiana que promete produzir conversores com interatividade a um preço de U$ 38, cerca de R$ 72. O PBP também inclui definições para o Canal de Interatividade, para massificar o uso das tecnologias WiMax e LTE. Além disso, projetos do governo fomentam a ampliação de redes banda larga em todo o país, e também a produção de áudiovisual.

8.  O Mercado Internacional

A atuação do governo brasileiro não se limitou apenas em fomentar o mercado interno, muito pelo contrário. O governo está apoiando a ampliação do escopo do nosso sistema de TV, transformando-o em um sistema internacional sob a sigla ISDTV. O resultado é que, além do Brasil, Peru, Argentina, Chile e Venezuela já adotaram o nosso padrão. Tudo indica que muito em breve também façam a adoção Equador, Cuba, Bolívia e Paraguai. A expansão do mercado para a América Latina pode tornar nossa TV Digital a mais competitiva do planeta. E isso não só em se falando de hardware, mas também para o middleware, o software que garante a interatividade. O Brasil tem acordo com a Sun para preços reduzidos das máquinas virtuais Java embarcadas nos dispositivos de TV. A própria Sun foi parceria do Fórum SBTVD no desenvolvimento de APIs de programação Java para a TV Digital brasileira, ambos inclusive abrindo mão dos royalties dessa especificação (acontecimento único na história da TV Digital mundial). Além disso, o Brasil desenvolveu uma plataforma de desenvolvimento própria, o NCL/Lua, que vem despontando internacionalemente. A própria União Internacional de Telecomunicações (UIT), ligada à ONU, recentemente aprovou as definições brasileiras como recomendações internacionais. Com a oficialização, a adoção do nosso sistema por outros países passa a ser incontestável. Só no Peru (o primeiro país a aderir o SBTVD fora o Brasil), estima-se que empresas brasileiras investirão cerca de U$ 100  na fabricação de conversores, a partir do próximo ano.

9.  A Força do Java

A norma ABNT que define o Ginga prevê um ambiente de apresentação, em NCL/Lua, chamado Ginga-NCL, e um ambiente de execução, em Java, chamdo Ginga-J. A especificação da parte Java diz que o Ginga-J adota as APIs JavaTV e JavaDTV, além das APIs de inovação do SBTVD. Isso significa aliar o estado da arte, ou seja, o que há de mais moderno e avançado no paradigma de programação imperativo (aquela capaz de implementar algoritmos, de forma procedural ou orientada a objetos) para TV Digital do mundo, com a maturidade e a liderança de mercado da tecnologia Java. Dessa forma, alia-se as soluções inovadoras JavaDTV e SBTVD à plataforma líder no mercado multimídia: JavaTV + CDC/PBP/FP. A API JavaTV já é por mais de 10 anos a API padrão adotada por todos os middlewares de TV no mundo, inclusive pela recomendação internacional que define o GEM. Aliando-se JavaTV ao CDC/PBP/FP, temos a base das soluções Tru2way, usada nas redes à cabo dos EUA,  e Blu-ray, a tecnologia de armazenamento multimidía que está substituindo o DVD. Também, a API JavaDTV traz como interface gráfica de alto nível o LWUIT, um ferramental gráfico que está dominando o mercado de mobile. Além disso, o CDC tende a se tornar padrão nos dispositivos móveis, substituindo o CLDC no desenvolvimento Java para dispositivos móveis (J2ME). Ou seja, dominar a tecnologia Java para o Ginga é também dominar as tecnologias Java convergentes no mundo. O resultado é que, com Java, pode-se criar middlewares, aplicações de TV Interativa, aplicações de interação nos dispositivos móveis, aplicações de transmissão nas difusoras, aplicações de geração de contéudo nas emissoras, e aplicações servidoras nos grandes data centers dos Provedores de Serviço Interativo. Temos, no Brasil, 120 mil desenvolvedores Java para isso.

10.   Carência de Profissionais Qualificados

Desde de 2007, grandes empresas sofrem com a carência de profissionais especializados em TV Digital. Agora, com as primeiras aplicações interativas chegando ao mercado, este déficit tende a piorar bastante. Existem diversas vagas há muito anunciadas, mas que não conseguem ser preenchidas, basta pesquisar para ver. Dentre as empresas que mais vêm contratando, destacam-se Samsung, Philips, RF Telavo e Linear. A NEC, em 2007, já previa que a TV Digital poderá gerar 25 mil empregos diretos em 10 anos. Mas a sensação é que o número poderá ser maior, já que, viajando pelo Brasil, temos presenciado o surgimento de diversas empresas de spin-off acadêmico investindo na formação de seu pessoal, e já sofrendo para conseguir montar o corpo técnico de sua equipe. Esse movimento também pode ser constatado pelo número de pequenas empresas da área de TV Digital pelo Brasil recentemente contempladas pelo programa PRIME, com um financiamento FINEP. Além disso, agora passaremos a exportar mão-de-obra qualificada para a América Latina, o que ampliará consideravelmente os postos de emprego. Enfim, temos o sistema de TV mais avançado do mundo, capaz de estender os serviços de TV e criar novas possibilidades nunca antes exploradas. Porém, o sucesso de tudo isso depende agora das aplicações que vão surgir, e isso será fruto da criatividade de nossos desenvolvedores!

E aí, o que você está esperando para fazer parte desta nova realidade?

Sobre o Autor:
Daniel da Costa Uchôa é mestre em Engenharia Elétrica pela USP, e Professor do Centro Universitário SENAC. Desde 2004 trabalha em projetos de TV Digital. Em 2005 participou das pesquisas sobre o Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) em duas frentes: Canal de Interatividade e Middleware. No edital sobre o Canal de Interatividade, participou da análise das alternativas para o estabelecimento do canal, onde foram estudadas as opções de telefonia fixa (conexão discada e família DSL), telefonia móvel (UMTS e CDMA), RF intra-banda (DVB-RCT e WiMax), redes ad-hoc (WiFi e WiMax), e PLC. No edital sobre o Middleware, participou da definição das APIs de alto nível do FlexTV (o antecessor do Ginga), além de projetar e desenvolver duas aplicações interativas residentes: o Correio Eletrônico e o Gerenciador de Perfil de Usuários (GPU), uma aplicação de configuração de controle de acesso e preferências do usuário e capacidades do terminal. Além disso, desenvolveu um framework para aplicações residentes no FlexTV. Atualmente, é Diretor de Inovação e Engenharia da Overmedia Networks, empresa líder em treinamentos e consultoria em TV Digital.

Symbian Vira Open-Source

Mais um SO para celulares “aderindo” a “onda open source”. Será que há fôlego para competir com o Android? Notícia retirada do fórum Under-Linux.

O Symbian, sistema operacional que já foi no passado adotado por vários fabricantes de celulares, está sendo liberado via licença open source.

Dia 21/10 a Symbian Foundation anunciou que estaria liberando acesso ao kernel (EKA2) e o seu respectivo kit de desenvolvimento sobre a EPL (Eclipse Public License). Segundo a Symbian Foundation, com este já são 16 componente Symbian (e este o mais importante) publicados em open source.

Kit Completo

O kit completo de desenvolvimento de aplicações está sendo fornecido sem custo. Esse kit pode ser baixado do site Category:Kernel & Hardware Services – Symbian Foundation e é composto de, entre outros:

  • Kernel open source e seus pacotes complementares
  • Ambiente de simulação e testes
  • Bibliotecas complementares

O Futuro dos Celulares e o Open Source

Dentre os principais fatores que os usuários usam para selecionar um telefone celular, a disponibilidade de aplicativos é um dos mais importantes. Mais importante, por exemplo, que a resolução da câmera embutida ou a disponibilidade de Blue Tooth.

E a facilidade de desenvolvimento de novas aplicações é um benefício que o os sistemas open source podem dar aos fabricantes de celulares. Isso é um dos fatores que explicam porque cada vez o mundo dos celulares é tomado pelos sistemas open source.

A Nokia, que adquiriu o Symbian, já anunciou que vai focar seu uso nos telefones e smartphones de nível médio e investirá no Maemo para os telefones e equipamentos de mais alto nível.

Para quem não sabe, o Maemo é um sistema operacional para celulares baseados no GNU/Linux. E também para não deixar ninguém esquecer, o Google Android também é um sistema operacional para celulares baseado em Linux.

Saiba Mais:

[1]EPL RELEASE OF MICROKERNEL DEMONSTRATES PROGRESS TOWARDS OPEN SOURCE GOA
[2]The Home Of The Maemo Community